Hoje estou a pensar em auto-estima.
A banda desenhada é uma arte que tem um sentido e uma alma própria. E é através dela que se fazem chegar as mensagens mais importantes às crianças. No entanto há por aí banda desenhada que não devia ser visionada por ser demais violenta. Porém aquela a que me refiro é a que transmite as boas mensagens. Aquelas que as crianças precisam de sentir para as ajudar a crescer. E os adultos também...porque há por aí muito adulto que se esqueceu de ser criança...e quando isso acontece, a vida torna-se chata, rotineira e previsível. Embora, de previsível, a vida nada tenha!!!
O Panda do Kung Fu tem a sua história no Oriente, no centro da mãe das artes marciais: o Kung Fu. E fala-nos de como nós nos deveríamos sentir para enfrentar seja o que for. Especiais. É isso mesmo. Devemo-nos sentir especiais se queremos fazer alguma coisa especial. É uma grande lição de auto-estima e valorização pessoal. E nos dias que correm é isso que muitas vezes nos falta. Por vezes é díficil encontrá-la. Por isso devemos sempre andar de cabeça erguida e não deixar que nada nos afete. Ah, mas calma! Nada de confundir esse sentimento com arrogância e altivez, pois estes dois também requerem a cabeça erguida...se calhar erguida demais!
E a falta de auto-estima pode ter várias fontes. Pode vir do trabalho, pode vir do aspecto físico, pode vir do amor não correspondido, e sei lá mais de onde. E para combater esse mau estar temos que procurar dentro de nós algo de positivo, algo em que nos sintamos bem, algo que nos faça fazer sentir especiais. E agarrarmos. E não deixar que qualquer tipo de pensamento negativo nos invada e nos destrua.
Pronto, fico por aqui porque agora tenho que ir às torradinhas cooom leite!
A banda desenhada é uma arte que tem um sentido e uma alma própria. E é através dela que se fazem chegar as mensagens mais importantes às crianças. No entanto há por aí banda desenhada que não devia ser visionada por ser demais violenta. Porém aquela a que me refiro é a que transmite as boas mensagens. Aquelas que as crianças precisam de sentir para as ajudar a crescer. E os adultos também...porque há por aí muito adulto que se esqueceu de ser criança...e quando isso acontece, a vida torna-se chata, rotineira e previsível. Embora, de previsível, a vida nada tenha!!!
O Panda do Kung Fu tem a sua história no Oriente, no centro da mãe das artes marciais: o Kung Fu. E fala-nos de como nós nos deveríamos sentir para enfrentar seja o que for. Especiais. É isso mesmo. Devemo-nos sentir especiais se queremos fazer alguma coisa especial. É uma grande lição de auto-estima e valorização pessoal. E nos dias que correm é isso que muitas vezes nos falta. Por vezes é díficil encontrá-la. Por isso devemos sempre andar de cabeça erguida e não deixar que nada nos afete. Ah, mas calma! Nada de confundir esse sentimento com arrogância e altivez, pois estes dois também requerem a cabeça erguida...se calhar erguida demais!
E a falta de auto-estima pode ter várias fontes. Pode vir do trabalho, pode vir do aspecto físico, pode vir do amor não correspondido, e sei lá mais de onde. E para combater esse mau estar temos que procurar dentro de nós algo de positivo, algo em que nos sintamos bem, algo que nos faça fazer sentir especiais. E agarrarmos. E não deixar que qualquer tipo de pensamento negativo nos invada e nos destrua.
Pronto, fico por aqui porque agora tenho que ir às torradinhas cooom leite!
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